PCV ALERTA QUE A DIREITA PLANEJA CRIAR UM QUADRO QUE CONDUZA A VENEZUELA A UMA GUERRA CIVIL
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Assim
manifestou Oscar Figueira, secretário geral do Gallo Rojo, ao rechaçar a
atitude assumida pela oposição de não reconhecer os resultados das eleições
presidenciais.
“Queremos
denunciar a Guillermo Aveledo, ao candidato e a toda essa equipe, que planejam
fazer uma emboscada ao povo e ao processo democrático venezuelano, da mesma
forma como em abril de 2002 foram parte das forças que se insurgiram contra o
estado de mudanças e o processo democrático”, assinalou Figueira.
Para o
PCV é importante que o povo venezuelano não perca de vista o caráter
pseudo-democrático, o humor golpista e desestabilizador da direção que atua
hoje na oposição.
“Isso o
vemos nos feitos do candidato da oposição de não reconhecer os resultados,
mesmo quando sabem que esses são os resultados, porque se os 54% das máquinas foram
apuradas e tudo estava bem, e seus próprios pronunciamentos o garantiam, o que
esperam garantir com os outros 46%?” – perguntou-se o dirigente comunista e
manifestou-se a favor que se apurem os 100% dos papéis e comprovantes de voto
que realizaram os venezuelanos e venezuelanas no sistema automatizado.
O
Partido Comunista denunciou que a direita pró-imperialista busca criar um
ambiente de dúvida sobre o órgão responsável pelo processo eleitoral e dos
resultados conhecidos “e ganhar tempo para promover essa exasperação no povo”,
enfatizou Oscar Figueira.
Figueira
recordou que Guillermo Aveledo, dias atrás, assinalou que esperava que o governo
respeitasse os resultados – “Ah, mas, esperam que o governo respeite os
resultados, mas eles não estão dispostos a respeitá-los. Isso é parte dessa
conduta pseudo-democrática, de golpistas disfarçados que já o demonstraram em
abril de 2002, porque são os mesmos autores, não são novos. O que tem existido
é um grande nível de impunidade”.
O Gallo
Rojo manifestou que ao que se estão jogando é o desconhecer definitivamente os
resultados eleitorais. “Estão tentando um projeto conspirativo,
desestabilizador, dirigido a criar condições que permitam por ao país em um
confronto fratricida aberto e para isso contam com a mão invisível e visível do
imperialismo norte-americano e com os núcleos de paramilitares que tem plantado
em nosso país a direita venezuelana e internacional” – denunciou Figueira.
O
Partido Comunista fez um chamamento aos que votaram por Nicolás Maduro e pela
oposição “A que atuemos com a maturidade política que demanda o momento,
rechaçando qualquer tipo de provocação e plano que esteja dirigido a produzir
um quadro de confronto, desestabilização e crise generalizada que faça ingovernável
a sociedade venezuelana”.
Completou
que “existem os mecanismos e as vias para que torne-se cada vez mais
transparente o que tem sido os resultados, com a imensa participação do nosso
povo, e não permitamos como povo a manipulação, a provocação que arranque ao
processo político venezuelano de seu natural desenvolvimento, com a qual a oposição
vem avançando” – enfatizou Oscar Figueira.
O dirigente comunista informou que frente a gravidade do momento “Na madrugada de hoje, alertamos a nossos quadros dirigentes de todo o país a permanecer alerta e ativos para impedir as ações contrarevolucionárias, reacionárias, antipatrióticas e ao serviço do imperialismo que busquem criar um quadro que nos leve a uma guerra civil”.
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