27 de jun. de 2013
14 de jun. de 2013
AOS ESTUDANTES DE TODA UFF, SOBRE AS ELEIÇÕES DO CENTRO ACADÊMICO DE HISTÓRIA CARLOS MARIGHELLA
Nós da chapa 2 “Por uma educação Popular”, viemos por meio desta, manifestar a nossa indignação em relação a impugnação de nossa chapa. No decorrer de um processo que pretensamente seria um espaço dos estudantes para o exercício da prática democrática na universidade, nossa chapa foi gravemente censurada e cerceada de participar do processo por posicionar-se de forma diversa da outra chapa e antiga gestão do Centro Acadêmico.
Já expúnhamos o quadro problemático da forma como esse processo havia sido convocado. Realizada uma convocação por meio de uma assembleia sem divulgação e com um prazo de inscrição de chapas muito curto, o que entendemos como proposital para ao máximo debilitar a organização de chapas opositoras, se formou uma comissão eleitoral sem a devida legitimidade e representatividade das posições em disputa na eleição.
A chapa 1 “Filhos do Reuni” fez 3 requerimentos a comissão eleitoral, pedindo a impugnação de nossa chapa, a chapa de oposição “Por uma educação Popular”. Alegando que havíamos mentido sobre algumas questões, desviando o foco de suas reais intenções políticas, buscaram subterfúgios para evitar que a oposição demonstrasse sua legitimidade crescente de contrapor-se ao projeto defendido pelo governo e pela chapa da antiga gestão e a nossa proposição de movimento por outro projeto de universidade organizado desde a base dos estudante.
Queremos expor nossa indignação, como também nos defender das acusações proferidas, pela única chapa adversária no processo, e acatadas pela Comissão Eleitoral.
1. Nossa fala de que o C.A. não enviou representantes as atividades da Une foi apresentada como uma mentira. A chapa 1, chegou a justificar-se com um crachá de delegado do CONUNE, onde o coordenador geral do C.A. estava como 2º suplente. Não vimos discussão ampla dos estudantes de história para discutirmos o que entendíamos sobre os espaços da UNE e as pautas que seriam discutidas e “acumuladas” nesse espaço. Esse é um entendimento político, entendendo que o C.A. deveria ser dos estudantes, logo passar por uma mínima discussão junto a eles para poder posicionar-se enquanto C.A., alguém ter ou não ter crachá não significa acumulo político nenhum para o C.A. e para os estudantes de história na nossa avaliação;
2. Um de nossos companheiros de chapa, disse em debate que a atual gestão do C.A. não enviaria representante ao Encontro Nacional dos Estudantes de História. De fato até agora, nenhum documento ou intenção de discutir o espaço foi feito comprovando a inscrição e a intensão de enviar algum representante do C.A. foi apresentado aos alunos. Caso ocorra, novamente nos parece estar sendo tocado o debate sem a participação dos estudantes. O modelo de gestão atual do C.A. nos é questionável assim como sua legitimidade política, além dos apadrinhamentos e de suas práticas despolitizadas de condução do C.A.;
3. Em uma publicação na página de nossa chapa, no facebook, dissemos que a atual gestão do C.A. foi a favor da posição reacionária da UNE, de negociar nosso direito a meia entrada e em relação ao monopólio das carteirinhas para usufruirmos deste direito. Nós da chapa 2 “Por uma educação popular” entendemos que quem cala, consente. Em nenhum momento a atual gestão do C.A. mobilizou os estudantes para lutar contra essa atitude da UNE, que ataca um direito conquistado através de muita luta do movimento estudantil. A maioria das pessoas que compõem o C.A apoiou a chapa 3 nas eleições do DCE, a chapa que defendeu essa medida tomada pela UNE. Essa é uma avaliação que vem sendo feita nacionalmente por estudantes de esquerda de dentro e de fora da UNE sobre os rumos que o campo majoritário, compostos pelas mesmas organizações que hoje estão na chapa “Filhos do Reuni”, vem tocando na direção da entidade.
Não concordamos e não enxergamos motivos para a impugnação de nossa chapa. Essa atitude apenas mostra como pode vir a ser a gestão do C.A. Carlos Marighella, caso a chapa 1, prossiga na gestão, anti-democrática e golpista. Repete-se mais uma vez, a perseguição que historicamente a esquerda vem sofrendo, não somente dentro das universidades, mas em todas as instituições que compõem o estado.
Com o ocorrido, nossa chapa foi crucialmente prejudicada no processo, e com isso a democracia em nosso curso e em nossa universidade também, afinal, que eleição democrática é essa, onde haverá apenas uma chapa concorrendo? E onde a chapa de oposição é impugnada sem motivo? Alguns componentes de nossa chapa ainda foram agredidos verbalmente por um membro da comissão eleitoral, que aos berros os ofendeu com xingamentos homofóbicos e vulgares. É essa a comissão eleitoral que queremos para garantir a democracia em nosso curso e nossa universidade? Com certeza, não.
Também fomos agredidos verbalmente com comentários racistas, machistas e homofóbicos além de sofrermos intolerância religiosa e política.
Por isso companheiros e companheiras, viemos parabenizar a todos pela vitória de ontem, Conseguimos reverter o golpe que sofremos, e agora será puxada uma nova assembléia para a próxima semana. Serão feitos um novo regimento, uma nova comissão eleitoral e novas inscrições de chapa. Com muita garra e união a esquerda conseguiu superar os obstáculos impostos pelo governo golpista, que tentou mais uma vez calar um programa político antagônico ao projeto do capital.
Parabéns a todos os companheiros da chapa ou não, mas que acreditam no projeto por um novo modelo de universidade, pelo esforço, diálogo e espírito de luta. Vivemos convidar a todos os estudantes que quiserem conosco dar continuidade a construção desse projeto, e fortificar cada vez mais a oposição, por um C.A combativo . Em nome da democracia e do respeito ao legado do camarada que nomeia o Centro Acadêmico de História da UFF-Campos, Carlos Marighella.
Já expúnhamos o quadro problemático da forma como esse processo havia sido convocado. Realizada uma convocação por meio de uma assembleia sem divulgação e com um prazo de inscrição de chapas muito curto, o que entendemos como proposital para ao máximo debilitar a organização de chapas opositoras, se formou uma comissão eleitoral sem a devida legitimidade e representatividade das posições em disputa na eleição.
A chapa 1 “Filhos do Reuni” fez 3 requerimentos a comissão eleitoral, pedindo a impugnação de nossa chapa, a chapa de oposição “Por uma educação Popular”. Alegando que havíamos mentido sobre algumas questões, desviando o foco de suas reais intenções políticas, buscaram subterfúgios para evitar que a oposição demonstrasse sua legitimidade crescente de contrapor-se ao projeto defendido pelo governo e pela chapa da antiga gestão e a nossa proposição de movimento por outro projeto de universidade organizado desde a base dos estudante.
Queremos expor nossa indignação, como também nos defender das acusações proferidas, pela única chapa adversária no processo, e acatadas pela Comissão Eleitoral.
1. Nossa fala de que o C.A. não enviou representantes as atividades da Une foi apresentada como uma mentira. A chapa 1, chegou a justificar-se com um crachá de delegado do CONUNE, onde o coordenador geral do C.A. estava como 2º suplente. Não vimos discussão ampla dos estudantes de história para discutirmos o que entendíamos sobre os espaços da UNE e as pautas que seriam discutidas e “acumuladas” nesse espaço. Esse é um entendimento político, entendendo que o C.A. deveria ser dos estudantes, logo passar por uma mínima discussão junto a eles para poder posicionar-se enquanto C.A., alguém ter ou não ter crachá não significa acumulo político nenhum para o C.A. e para os estudantes de história na nossa avaliação;
2. Um de nossos companheiros de chapa, disse em debate que a atual gestão do C.A. não enviaria representante ao Encontro Nacional dos Estudantes de História. De fato até agora, nenhum documento ou intenção de discutir o espaço foi feito comprovando a inscrição e a intensão de enviar algum representante do C.A. foi apresentado aos alunos. Caso ocorra, novamente nos parece estar sendo tocado o debate sem a participação dos estudantes. O modelo de gestão atual do C.A. nos é questionável assim como sua legitimidade política, além dos apadrinhamentos e de suas práticas despolitizadas de condução do C.A.;
3. Em uma publicação na página de nossa chapa, no facebook, dissemos que a atual gestão do C.A. foi a favor da posição reacionária da UNE, de negociar nosso direito a meia entrada e em relação ao monopólio das carteirinhas para usufruirmos deste direito. Nós da chapa 2 “Por uma educação popular” entendemos que quem cala, consente. Em nenhum momento a atual gestão do C.A. mobilizou os estudantes para lutar contra essa atitude da UNE, que ataca um direito conquistado através de muita luta do movimento estudantil. A maioria das pessoas que compõem o C.A apoiou a chapa 3 nas eleições do DCE, a chapa que defendeu essa medida tomada pela UNE. Essa é uma avaliação que vem sendo feita nacionalmente por estudantes de esquerda de dentro e de fora da UNE sobre os rumos que o campo majoritário, compostos pelas mesmas organizações que hoje estão na chapa “Filhos do Reuni”, vem tocando na direção da entidade.
Não concordamos e não enxergamos motivos para a impugnação de nossa chapa. Essa atitude apenas mostra como pode vir a ser a gestão do C.A. Carlos Marighella, caso a chapa 1, prossiga na gestão, anti-democrática e golpista. Repete-se mais uma vez, a perseguição que historicamente a esquerda vem sofrendo, não somente dentro das universidades, mas em todas as instituições que compõem o estado.
Com o ocorrido, nossa chapa foi crucialmente prejudicada no processo, e com isso a democracia em nosso curso e em nossa universidade também, afinal, que eleição democrática é essa, onde haverá apenas uma chapa concorrendo? E onde a chapa de oposição é impugnada sem motivo? Alguns componentes de nossa chapa ainda foram agredidos verbalmente por um membro da comissão eleitoral, que aos berros os ofendeu com xingamentos homofóbicos e vulgares. É essa a comissão eleitoral que queremos para garantir a democracia em nosso curso e nossa universidade? Com certeza, não.
Também fomos agredidos verbalmente com comentários racistas, machistas e homofóbicos além de sofrermos intolerância religiosa e política.
Por isso companheiros e companheiras, viemos parabenizar a todos pela vitória de ontem, Conseguimos reverter o golpe que sofremos, e agora será puxada uma nova assembléia para a próxima semana. Serão feitos um novo regimento, uma nova comissão eleitoral e novas inscrições de chapa. Com muita garra e união a esquerda conseguiu superar os obstáculos impostos pelo governo golpista, que tentou mais uma vez calar um programa político antagônico ao projeto do capital.
Parabéns a todos os companheiros da chapa ou não, mas que acreditam no projeto por um novo modelo de universidade, pelo esforço, diálogo e espírito de luta. Vivemos convidar a todos os estudantes que quiserem conosco dar continuidade a construção desse projeto, e fortificar cada vez mais a oposição, por um C.A combativo . Em nome da democracia e do respeito ao legado do camarada que nomeia o Centro Acadêmico de História da UFF-Campos, Carlos Marighella.
10 de jun. de 2013
NOTA DE AVALIAÇÃO DA UNIÃO DA JUVENTUDE COMUNISTA SOBRE A ELEIÇÃO DO DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DA UFF
Depois de mais uma eleição do DCE da Universidade Federal Fluminense e da vitória extremamente apertada do governismo, infelizmente apenas acompanhamos provocações despolitizadas de todos os lados, sem a apresentação de um balanço e perspectiva deste processo. É com este entendimento e em respeito aos estudantes que a UJC apresenta uma primeira reflexão sobre o polarizado processo eleitoral e sobre as perspectivas de ações para os estudantes identificados com as causas populares e com uma radical transformação da universidade. A UJC, reorganizada na UFF desde 2008, participou da última gestão do DCE-UFF e construiu ativamente junto a outros coletivos e estudantes independentes a chapa LIVRES nestas últimas eleições do DCE.
Para além dos erros e acertos na antiga gestão ou na própria condução da campanha para o DCE, julgamos essencial compreendermos o atual contexto político do movimento estudantil nas universidades públicas, notoriamente marcado pela ofensiva dos setores governistas nas eleições de DCE. Ofensiva relacionada, sem dúvida, com o projeto educacional governista em curso para a educação, projeto concatenado com o atual modelo conservador de desenvolvimento via a agenda privatista para setores estratégicos da nossa economia,persistência de problemas estruturais para o povo trabalhador como,por exemplo, a ausência de reforma agrária e urbana,sucateamento do SUS, e a precarização da educação pública. No caso da UFF o REUNI, para nós uma expansão (insuficiente) da universidade pública,também está articulada com as demandas deste modelo de desenvolvimento conservador para o país.Conservadora não apenas em sua forma, mas em seu conteúdo, vide as reformas curriculares adequando a estrutura dos novos e antigos cursos às demandas de mercado. Além disso, a ausência de políticas universais de assistência estudantil e de boas condições de trabalho para os professores e técnicos administrativos se intensifica com a consolidação deste programa governamental.
Diante desse quadro, o movimento estudantil combativo vem articulando-se em um processo de mobilização de resistências importantes. Da ampla luta contra a aprovação do plano de metas do REUNI nas universidades, passando pela onda de ocupações de reitorias no ano de 2011 e pela grande greve nacional das IFES do ano passado, se desdobra a potencial reorganização do movimento estudantil pela base. O movimento estudantil da UFF teve o DCE como importante instrumento de realização das lutas.
Apesar de estas contradições estarem se intensificando, a expansão da universidade pública – mesmo que atrelada às demandas do capital – fez com que parte significativa dos estudantes, muitos de origem popular, concordasse com ela. Sinal do nítido processo de ofensiva de uma hegemonia mercadológica para a universidade, juntando com a deficiência do campo de esquerda em ter apresentado qualquer tipo de projeto alternativo de educação, não realizando este debate para além do campo moral ou do esquerdismo irresponsável.
O resultado eleitoral também revela a total dependência que o campo governista tem em relação a uma base conservadora, vinculada a grupos privados no interior da universidade. Isso é explicitado, por exemplo, pelo apoio que tal campo recebeu de professores ligados aos cursos pagos e fundações de apoio na Engenharia. Infelizmente, não estaremos fazendo oposição no DCE a um ou dois grupos políticos de estudantes com as suas convicções e programas, mas a uma complexa rede de afinidades e alianças que repercutem no atual projeto de educação do país. Projeto que expande o Ensino Superior, privilegiando as universidades privadas e os setores privados dentro da universidade pública, e que se traduz em diversas iniciativas governamentais, como o PROUNI, o REUNI ou a EBSERH.
E qual a alternativa neste cenário?
Para nós da UJC, a intensificação do atual modelo de universidade gerenciado pelos governos e calcado nas demandas de mercado, se trata de um modelo estranho às demandas populares e da grande maioria dos estudantes. A vitória apertada da chapa vinculada a este projeto de educação revela mais um sintoma da ofensiva política e ideológica conservadora. As contradições deste modelo tendem a se acelerar no próximo período, principalmente em um cenário de corte de gastos sociais e opções conservadoras do governo para resolver os impactos da crise. Enquanto o governismo está dependente de suas alianças com setores privados da universidade e aproveitando uma “maré’ ilusória das políticas de expansão privatista do Ensino Superior, o campo de esquerda, a partir da necessária crítica e autocrítica política, não tem rabo preso com grupos privados, reitorias e governos. E por isso a esquerda tem a oportunidade de construir não apenas uma resistência ao modelo de universidade para o capital, mas uma verdadeira contra-ofensiva, organizando de maneira ampla e diversa os muitos estudantes identificados com as causas e demandas do povo trabalhador de dentro e fora da universidade.
É chegado o momento de massificarmos a discussão da construção de outro projeto de Universidade, o projeto de uma Universidade Popular! Dessa forma, nós convocamos todxs xs estudantes a construírem na UFF o MOVIMENTO DE UNIVERSIDADE POPULAR (MUP)! Também defendemos a continuidade da unidade entre as esquerdas no movimento estudantil, no entanto uma unidade responsável e programática que consiga construir um movimento massivo a partir das lutas na UFF. Somente uma ação política que extrapole a tradicional disputa de entidades estudantis, resistindo às privatizações e lutando pelo entrelaçamento dos estudantes com os setores populares na extensão, nas pesquisas e no ensino de nossa universidade é que se poderá desmascarar o papel que cumpre o governo e construir a necessária contraofensiva popular na UFF e na educação de forma geral!
Criar Criar Universidade Popular!
União da Juventude Comunista
9 de jun. de 2013
LUTA CONTRA O AUMENTO DAS TARIFAS GANHA FORÇA NO PAÍS
No ultimo dia 07 de junho, foram
realizados atos simultâneos em 4 capitais contra o aumento da passagem (São
Paulo, Rio de Janeiro, Natal e Goiânia). Estudantes e trabalhadores ocuparam as
ruas para protestar contra mais um aumento das tarifas de ônibus e a
precariedade, fazendo uma critica ao atual modelo privado do transporte. No Rio de Janeiro, os Governos do Estado e da Prefeitura não medem
esforços para garantir os lucros exorbitantes dos monopólios, mesmo que para
isso façam emprego da violência e da repressão, das quais o governo PMDB tem se
tornado um especialista. Durante o ato a tropa de choque do rio atacou os
manifestantes e dissolveu a manifestação a base de tiros de balas de borracha,
bombas de gás e bombas de fragmentação (que são proibidas contra civis).
Repudiamos mais essa tentativa de criminalizar o movimento!
Em resposta a todos estes ataques, a União da Juventude
Comunista convoca todxs xs estudantes, organizações de esquerda e movimentos
populares a construírem um movimento permanente pela estatização dos
transportes públicos, com a pauta imediata de redução da tarifa. Nessa segunda (10/06), às 17:00 na Cinelândia ocorrerá um novo ATO e na próxima terça (11/06) ocorrerá plenária do Fórum de Lutas Contra o Aumento da Passagem
no Rio de Janeiro, que será na UERJ, às 17:30, tendo como pauta a organização do
fórum e um calendário de lutas e mobilizações.
Evento do Ato do dia 10/06: http://www.facebook.com/events/191456354341361/?ref=ts&fref=ts
Evento da Plenária do dia 11/06: http://www.facebook.com/events/577333232311788/
A nossa luta é todo dia, nosso transporte não é mercadoria!
3 de jun. de 2013
CARTA DE APOIO À CANDIDATURA DE TARCÍSIO PARA REITOR DO CPII
A União da Juventude Comunista (UJC) expressa seu total apoio ao candidato à Reitoria do Colégio Pedro II, Tarcísio Motta de Carvalho, por nos solidarizarmos com seu compromisso com valores humanistas e éticos que guiam sua campanha. Entendemos que o CPII, um dos maiores colégios do Brasil, tem como necessidade imediata a democratização com a qual o companheiro Tarcísio se compromete e demonstra na prática, participando sempre de todas as lutas ao lado dos professores, técnicos e estudantes do CPII.
Defendemos que todos professores, técnicos administrativos e estudantes tenham papel protagonista na tomada de decisões na gestão do CPII, que vão dês das questões cotidianas as mais gerais. Temos concordância com a defesa de uma educação emancipatória, entendemos que a educação deve ser voltada para atender as demandas da classe trabalhadora com o objetivo de formar uma consciência critica e humanista, para além do capital, contribuindo para construção de uma sociedade justa e igualitária, ou seja, a sociedade socialista com perspectiva para o comunismo.
Colocamo-nos a disposição da campanha para todo tipo de contribuição, dada nossas possibilidades.
Pela Valorização dos servidores técnicos e docentes!
Por uma gestão democrática e humanista!
POR UMA EDUCAÇÃO EMANCIPATÓRIA E POPULAR!
União
da Juventude Comunista
“Ousar Lutar, Ousar Vencer!”
“Ousar Lutar, Ousar Vencer!”
27 de mai. de 2013
ATO PÚBLICO E SEMINÁRIO PREPARATÓRIO PARA O XVIII FESTIVAL MUNDIAL DA JUVENTUDE E DOS ESTUDANTES
Criada em 1945, a Federação Mundial das Juventudes Democráticas nasce com o intuito de aglutinar jovens de todo o mundo na luta contra o fascismo. Desde então, protagonizou inúmeras lutas nos cinco continentes, seja defendendo a solidariedade entre os povos, se engajando na luta pela descolonização da Ásia e da África, ou alçando a voz contra o imperialismo.
Nesse sentido, desde 1947 realiza periodicamente os Festivais Mundiais das Juventudes e dos Estudantes, um importante espaço aglutinador das mais diversas expressões político-culturais de resistência juvenil ao imperialismo. Em dezembro de 2013 será realizado o próximo festival, na cidade de Quito – Equador, com a expectativa da participação de mais de 20 mil jovens de todos os cantos do mundo, justamente em um momento conjuntural decisivo para os rumos da articulação da luta anti-imperialista pelo mundo. Nesse sentido, a União da Juventude Comunista, em conjunto com movimento populares e progressista, lança um seminário preparatório para divulgar os objetivos e debater este importante evento.
Programação:
Terça-feira (04/06), 16:00:
Mesa JUVENTUDE E A ATUALIDADE DA LUTA ANTIIMPERIALISTA NO SÉCULO XXI
Local: Escola de Serviço Social, Campus da Praia Vermelha UFRJ.
Quarta-feira (05/06), 18:30:
ATO PÚBLICO de divulgação do Festival e
homenagem do deputado Paulo Ramos a Revolução Bolivariana.
Local: Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro
Quinta-feira (06/06), 18:00:
Mesa RESISTÊNCIAS DA JUVENTUDE E ALTERNATIVAS AO IMPERIALISMO
Local: Escola de Serviço Social, Campus da Praia Vermelha UFRJ.
Evento no Facebook: http://www.facebook.com/events/192060680947752/?notif_t=plan_edited
26 de mai. de 2013
NOTA DA UNIÃO DA JUVENTUDE COMUNISTA SOBRE AS ELEIÇÕES DO DCE MARIO PRATA NA UFRJ
Universidade
Brasileira e a UFRJ:
Sabemos que a
Universidade não pode ser pensada de forma isolada das dinâmicas que compõem a
organização social de um determinado período histórico. A Universidade nas
sociedades capitalista sempre esteve voltada, hegemonicamente, para os
interesses da reprodução do capital. Por isso, a UJC vem insistindo que o atual
modelo de universidade deve ser compreendido levando-se em consideração as
próprias disputas e contradições existentes na sociedade capitalista atual e no
seu modelo de organização do capitalismo.
Para a UJC, as
atuais mudanças em curso na UFRJ e nas demais universidades públicas
brasileiras, tais como: a imposição da Empresa Brasileira de Serviços
Hospitalares (EB$ERH); A criação da Lei de Inovação Tecnológica; O crescimento
das terceirizações de serviços (limpeza, jardinagem, segurança, inspeção,
etc.), A criação e o crescimento de cursos pagos de pós-graduação; A
implantação de uma unidade da polícia militar no campus, O avanço das gestões
Público-Privadas; A reestruturação dos currículos e carreiras acadêmicas; E até
mesmo a expansão do número de vagas nas universidades públicas federais.
Representam uma clara tentativa reorganização da Universidade por parte do
Estado brasileiro, que visa adequá-la em sua gestão, suas relações
trabalhistas, sua formação acadêmica e sua produção científica e tecnológica,
as atuais demandas do ciclo de desenvolvimento do capitalismo em curso no nosso
país.
Para piorar
ainda mais a situação, o princípio constitucional que define a gestão da
universidade brasileira enquanto uma autarquia e dá a ela o que chamamos de
autonomia universitária, vem sofrendo ataques frequentes que visam limita-lo
para garantir esta reorganização da universidade através de imposições do
governo federal.
Com essa
ofensiva do capitalismo para com a Universidade, os estudantes passam a sentir
as contradições dessa reorganização da universidade em seu cotidiano, dentre
outros exemplos: na insuficiência de uma estrutura
de assistência estudantil (Alojamento Universitário, Restaurante Universitário e
Transporte Universitário) que vise garantir a permanência do estudante na
universidade; Na disparidade de investimento entre os diferentes campi (que
prioriza as áreas estratégicas para as grandes empresas), gerando uma
precarização de diversas unidades de ensino, pesquisa e extensão; Na exclusão
de algumas áreas de conhecimento dos programas de intercâmbio; Na insuficiência
de bolsas de iniciação científica e assistência estudantil; Na insuficiência de
programas de extensão universitária, quebrando o tripé constitucional de
ensino-pesquisa-extensão.
A UJC não tem
nenhuma dúvida de que, no atual momento histórico da UFRJ, as lutas históricas
do movimento estudantil que se dão nos marcos administrativo ou financeiro da
Universidade, apesar de serem imprescindíveis, são incapazes de solucionar as
contradições vividas por nossos estudantes em seu cotidiano. Por isso,
assinalamos a necessidade histórica e o compromisso político de se construir um
movimento de caráter anticapitalista as atuais reformas da Universidade
Brasileira, na UFRJ.
A UJC e a Eleição do DCE Mario Prata:
A UJC é
totalmente favorável a uma unidade das forças políticas estudantis de esquerda
da UFRJ para a eleição do DCE Mário Prata. Porém, não aceitaremos uma unidade
que se limite ao período eleitoral e que vise apenas à partilha dos cargos do
DCE, virando as costas para as demandas dos estudantes em seu cotidiano na
universidade e para a atual ofensiva do capital na universidade.
Queremos uma
unidade de programa político e de ação política da esquerda que se construa no
dia-a-dia das lutas da universidade, uma unidade que construa um DCE
democrático e de luta que não se descole das pautas cotidianas dos estudantes,
mas que não se restrinja as lutas universitárias. Queremos uma unidade que
possa construir um projeto contra hegemônico de universidade visando à construção
de uma universidade que atenda plenamente as demandas da classe trabalhadora na
perspectiva de sua emancipação.
Sabemos que
algumas mediações são imprescindíveis para a formação deste programa político
de unidade entre as forças de esquerda. Por isso, nós da UJC apontamos aqui
algumas propostas de lutas táticas para este programa:
- Pela ampliação
das verbas públicas para a UFRJ. Verba 100% pública para a educação pública!
- Contra
qualquer tipo de privatização da Universidade e pelo fim das Fundações de
Apoio.
- Pela ampliação
das políticas de permanência estudantil, de pesquisa acadêmico-científica, de
extensão universitária e de intercâmbio acadêmico, advindas apenas de
Pró-reitorias (recursos públicos diretos), sempre condizentes às demandas da
comunidade universitária.
- Contra a
adequação do Ensino, do Currículo e da Pesquisa dos cursos a lógica de ensino
mercadológica. Contra a canalização da produção científica para o interesse
privado.
- Contra os
ataques a autarquia e autonomia universitária por parte do Governo Federal.
- Contra
qualquer tipo de Gestão Público-Privada na UFRJ
- Contra a
terceirização de serviços na Universidade.
- Contra
dissociabilidade do tripé Ensino-Pesquisa-Extensão
- Contra as
políticas institucionais que não atendem as demandas sociais para com a
Educação (PNE, REUNI).
- Pela
democratização nas instâncias deliberativas das universidades, ou seja, a
participação e a valorização dos trabalhadores técnico-administrativos em
educação e estudantes nos espaços de tomada de decisão, pois se configuram com
pouca expressão.
- Contra a
Educação à Distância como meio de formação básica de graduação, usurpando as
várias vivências do estudo presencial.
- Pela ampliação
do acesso aos cursos presenciais de graduação e pós-graduação.
Além do mais,
gostaríamos de deixar claro que lutaremos incansavelmente para garantir que
este processo eleitoral seja bom não apenas para os que estão envolvidos na
disputa, mas também para toda a comunidade universitária. Por isso, a UJC além
de garantir uma participação pautada pelo debate político franco e pela luta
anticapitalista na universidade, vê como imprescindível que se realizem debates
políticos, que sejam marcados por discussões de alto nível e não por acusações
baixas ou debates despolitizados, em todos os campi da universidade.
União
da Juventude Comunista
“Ousar
Lutar, Ousar Vencer!”
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